O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) solicitou, na quarta-feira (2), a abertura de um inquérito policial para investigar a denúncia de estupro feita pela comediante Juliana Oliveira contra o apresentador Otávio Mesquita. A acusação, que remonta a um incidente durante a gravação do programa “The Noite” em 25 de abril de 2016, alega que Mesquita teria agido de forma inapropriada sem o consentimento da comediante.
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Elementos para Investigação Aprofundada
A promotora Priscila Longarini Alves destaca que “existem elementos que necessitam de maior investigação quanto à prática de eventual infração contra a dignidade sexual” de Juliana. Segundo a denúncia, durante a gravação, Mesquita teria agido de maneira a invadir o espaço pessoal da comediante, o que gerou um desentendimento.
Defesa do Acusado e Repercussão da Denúncia
Otávio Mesquita, por sua vez, descreveu a situação como uma “brincadeira” e se diz vítima de uma “acusação caluniosa”. Ele argumenta que, em quase dez anos, nunca houve reclamações sobre o episódio e que a interação foi previamente combinada.
Apoio a Juliana Oliveira
A defesa de Juliana, representada pelos advogados Hédio Silva Jr. e Silvia Souza, expressou confiança na investigação do MP, afirmando que “as provas de estupro serão robustecidas”. Juliana também se manifestou nas redes sociais, ressaltando a dificuldade de tornar pública sua experiência e a importância de encorajar outras mulheres a denunciarem abusos.
O Que Vem a Seguir?
O caso gerou grande repercussão nas redes sociais e levantou discussões sobre o consentimento e a responsabilidade em ambientes de entretenimento. Enquanto a Polícia Civil conduz a investigação, ambos os lados se preparam para apresentar suas versões dos fatos.