O Ministério Público de São Paulo desconsiderou o depoimento de uma testemunha e concluiu que o policial militar que baleou Edneia Silva, de 31 anos, não agiu com dolo. O incidente ocorreu em março de 2024, durante uma operação policial em Santos.
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Detalhes do Caso:
- Circunstâncias: Edneia estava sentada em uma praça quando foi atingida por um disparo que saiu da arma do PM, uma pistola Glock .40.
- Perseguição: Policiais perseguiam suspeitos em uma moto, alegando que foram atacados. Um PM disparou em resposta, atingindo Edneia.
- Laudo Balístico: Confirmou que o projétil que a feriu foi disparado pelo policial.
A testemunha protegida confirmou que não houve troca de tiros, contradizendo a versão dos policiais. O promotor Fabio Perez Fernandez argumentou que o tiro foi em legítima defesa e que o policial não tinha intenção de matar.
Versões Contraditórias:
Família e amigos de Edneia afirmam que não houve operação no local, destacando que apenas um tiro foi disparado. Edneia foi socorrida, mas faleceu no hospital.
O caso foi encaminhado para a Justiça Militar Estadual, isentando o policial de um julgamento popular.